• Cabinda| Talatona - Luanda | Angola
  • (+351) 915 496 408 Adicione no WhatsApp e fale connosco
  • info@codigoadn.pt

Teste de DNA de Infidelidade

$ 953

O teste de DNA de infidelidade é um exame forense que tem como objectivo verificar se numa determinada mancha de fluidos biológicos se existe DNA – (de quantas pessoas) e se existe sémen. Após a obtenção de DNA é feita a comparação com uma amostra de referência.

Preço:  $953 – Kwanzas = 427,932 Kz
Intervenientes: Amostra suspeita e dador de referência
Resultados: 12 dias úteis após recebermos as suas amostras nos nossos laboratórios
Como fazer: Entregar amostra nas nossas clínicas, sob agendamento ou pedir um Kit de DNA para envio de amostras.

O teste de infidelidade realizado nos nossos laboratórios, é um teste forense realizado a uma amostra biológica para detecção de DNA e/ou Sémen. No teste de DNA de infidelidade poderá saber se foi encontrado DNA na amostra (mancha biológica) que nos enviou e se este é masculino, feminino (ou vários masculinos e  femininos) e se existem perfis de DNA para se efectuar comparações.

3 etapas para o teste de DNA infidelidade.

1. Deteção de fluídos biológicos

A primeira fase da análise do teste de DNA forense, caracteriza-se pela análise da mancha que nos envia. Esta primeira fase tem como objectivo a deteção de DNA e verificar o número de DNA(s) existente(s) em determinada(s) mancha(s).

Por exemplo, numa determinada mancha biológica os nossos analistas procuram quantos DNA(s) existem, e os resultado deste relatório de perícia podem ver vários:

  1. Nenhum DNA encontrado, não existe materiais biológicos;
  2. Um DNA encontrado (masculino ou feminino);
  3. Dois DNA encontrados (1 Masculino + 1 feminino) ou (2 Masculinos) ou (2 femininos);
  4. Três DNA encontrados (2 femininos + 1 Masculino) ou (2 Masculinos + 1 feminino), ou outras combinações;
  5. etc… (existem várias combinações de materiais biológicos detectados em várias manchas)

Ainda durante este processo é corrido um exame para detectar se a proveniência do DNA é do fluído biológico sémen.

2. Construção dos perfis de DNA

Após concluída a primeira fase com sucesso, os analistas concentram-se na construção dos perfis de DNA. Esta etapa é a mais importante, pois aqui são testadas as capacidades laboratoriais, as capacidades dos analistas e os equipamentos do laboratório. Por isso deve ter sempre em atenção ao laboratório que escolhe para correr o seu exame.

Ao escolher um laboratório sem a tecnologia ou conhecimento apropriado, a possibilidade de não ter um resultado é elevada. Os laboratórios da CódigoADN destinguem-se pela competência e internacionalização.

A construção dos perfis de DNA envolve técnicas avançadas, por parte dos analistas, contudo e por vezes pode não ser possível obter um perfil de DNA completo, obtendo apenas um perfil de DNA parcial.

Considere o seguinte caso real:

Foi-nos enviado uma amostra de tecido com fluídos para analise. Após vários exames detectamos DNA feminino em grande quantidade, foi possível detectar o cromossoma Y de um segundo DNA (que diz aos nossos analistas que está presente um DNA masculino) e foi ainda detectado um terceiro DNA feminino em quantidades reduzidas.

Então concluiu-se que:

  1. Existe um dador feminino que tem presença de DNA em grandes quantidades no pedaço de tecido enviado;
  2. Existe um dador masculino que tem presença de DNA em grandes quantidades no pedaço de tecido enviado;
  3. Existe um terceiro dador feminino com contribuições reduzidas para a mancha biológica presente no tecido;
  4. Existe a presença de sémen, na mancha biológica.

Após extensas análises, foi possível reconstruir o perfil de DNA feminino que se encontrava em quantidades maiores na amostra (ponto 1); – foi também possível construir o perfil de DNA masculino presente na amostra em que a origem é o fluído sémen (ponto 2 e 4), e não foi possível obter um perfil de DNA do 3 dador (ponto 3). Contudo concluí-se com 100% de certeza que existia a presença de dois DNA femininos.

3. Comparação dos perfis de ADN encontrados com dador de referência

Após a deteção de DNA é preciso fazer a comparação entre os perfis de DNA obtidos das amostras e um dador de referência, ou seja, em determinada amostra foi encontrado um DNA masculino e feminino, contudo ainda é preciso excluir o seu DNA desta amostra, porque este DNA masculino/ feminino pode ser seu. O passo 3 deste processo poderá ser o mais importante, porque clarifica se existe uma correspondência positiva entre os DNA existentes na amostra e uma amostra de referência – normalmente do cliente que solicita o exame forense, que que é colhida através de células da boca com zaragatoas, através de um kit de DNA próprio que é enviado para o cliente, ou nos nossos pontos de colheita de DNA.

Exemplo de um caso real, de um teste de infidelidade

*afim de se proteger as identidades dos clientes, alteramos os nomes e o objecto de análise.

Uma cliente de nome Carla, contactou-nos para a realização de uma análise forense a um pedaço de tecido azul, que encontrou em sua casa.
A cliente questionava-se o que era a mancha presente na toalha azul, e se por acaso lhe pertencia, pois não se lembrava de ter a toalha manchada.

  1. A nossa cliente Carla pretendia saber se a mancha continha materiais biológicos de seres humanos;
  2. Se fosse detectado materiais biológicos queria saber quantos DNA existiam na mancha da toalha azul;
  3. Se fosse detectado DNA feminino pretendia saber se este lhe pertencia;
  4. Se fosse detectado DNA masculino, pretendia saber se teve origem em sémen.

Após o envio do kit de DNA para casa da nossa cliente, recolhida a amostra do dador de referência – dadora Carla, e o pedaço de tecido azul começamos o exame.

  1. Detectamos na mancha azul um DNA masculino e feminino;
  2. O DNA masculino provinha do fluído sémen;

(entenda que muitos laboratórios não executam o passo mais importante (passo 3), que é a inclusão ou exclusão da dadora de referência.)

Neste caso, após comparação do DNA feminino detectado na mancha azul, com o DNA da dadora Carla, verificamos que tinham uma correspondência de 100%, logo a dadora daquele DNA feminino era a nossa própria cliente. A não execução do passo 3, poderia ter levado a conclusões precipitadas em todo este caso de averiguação, que felizmente não se sucedeu.

Se o teste de DNA de infidelidade comprovar que o DNA presente na amostra é de outra pessoa, posso usar o exame para questões legais/ jurídicas?

Utilizando ainda o caso anterior, para explicar esta questão.

Imagine que o final deste caso acima exposto, afinal a dadora Carla não era a contribuidora das amostras biológicas encontradas no pedaço de tecido azul. Podia a Carla usar o teste de DNA em tribunal?

Em situações normais não. Porque, apesar destes três passos serem feitos com o maior rigor científico laboratorial ainda lhe falta provar que:

  1. O DNA masculino pertencia ao companheiro;
  2. A proveniência da amostra e não adulteração da mesma.

O laboratório não faz custódia documental destes processos, ou seja, o laboratório não tem forma de verificar a proveniência da amostra submetida a análise, pelo que a custódia de transporte e documental é violada e não pode ser conferida validade jurídica ao relatório.

Claro que a Cliente pode afirmar que a proveniência do pedaço de tecido azul foi da casa de banho da sua residência, mas como não existem provas factuais, este caso não tem relevo jurídico.